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Dicas de gestão para minimizar os efeitos da crise

Apesar da melhora no clima de negócios, em 2017, a economia brasileira ainda deve levar algum tempo para retomar o caminho do crescimento depois de dois anos de queda consecutiva do PIB, que recuou 3,6% em 2016, segundo o IBGE.

Já são 11 trimestres seguidos de recessão e, embora os números não sejam alentadores, a tendência é que o país volte a crescer ainda no segundo semestre deste ano.

Com esse cenário, os empresários, sobretudo de pequenas e médias empresas, sofrem, pois em um ambiente recessivo, negócios com menos fôlego tendem a sucumbir.

No entanto, é preciso entender que os efeitos do cenário podem ser minimizados com pequenas ações que fazem a diferença. Listei algumas dicas de coisas que vivencio no Grupo QG, empresa criada pelos meus pais em 1979 e que já enfrentou três crises econômicas. Não é pouca coisa!

É preciso aprender com as dificuldades e sermos, nós, a mudança que queremos ver. Não adianta o empresário ficar reclamando. É preciso reinventar o negócio, ouvir os clientes e ter um diferencial.

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Lá você poderá encontrar várias informações sobre o Grupo QG e as contribuições dadas por mim

Confira:

1) Não culpe a economia!

Nascemos em um país com muitos pontos positivos, mas, também, negativos, que precisam ser superados. Por isso, eu sempre digo que não devemos esperar a mudança. Devemos, nós, ser ela própria. No seu negócio, preste atenção no que o cliente quer e no que ele está dizendo sobre a sua empresa. Identifique os pontos negativos (e até mesmo positivos que estão com probkemas) e se reinvente!

2) Não misture pessoa jurídica com pessoa física

Uma das principais falhas dos pequenos e médios empresários é confundir a pessoa jurídica com a pessoa física. Quando fazem isso, os empreendedores acabam sangrando a lucratividade do negócio e acabam firmando compromissos insustentáveis. Neste caso, a renda do empresário deve ser estipulada por um pró-labore feito com base na média salarial do mercado para a função exercida. Ou seja, a sua retirada deve ser feita em com base no valor que você pagaria para um terceiro. No caso da divisão de lucros, a regra pode ser mais flexível, mas ainda é preciso tomar algumas precauções.

3) Tenha um diferencial

Todo negócio precisa estar baseado em um diferencial competitivo. Se não tiver isso, a empresa perde força na conquista de novos clientes. No Bupaqê, nossa nova marca, por exemplo, o diferencial é o conceito do faça você mesmo, a liberdade de escolha. Não tem segredo: para que um negócio tenha sustentabilidade no curto, médio e longo prazo, é preciso ter diferencial, pois a concorrência pode aparecer com uma novidade e esmagar quem não se preparou.

4) Sua equipe deve ser melhor do que você!

Eu costumo dizer que a minha principal função no Grupo QG é colocar a pessoa certa na função certa. É preciso formar uma equipe bem qualificada que tenha competência para tomar decisões por você. Esses profissionais devem trazer conhecimento, agregar. Mas, ao fazer isso, o empreendedor precisa ter humildade e reconhecer que por ser um time de especialistas, ele, certamente, vai saber menos.

5) Faça mais, melhor e mais barato

Todos precisam entregar melhor, mais rápido e mais barato. Temos que trabalhar pontos como produtividade, assertividade e etc. Se não redimensionarmos o nosso negócio o tempo inteiro, ficamos para trás. Se você seguir as quatro etapas citadas, o sucesso estará mais próximo, mas ainda será preciso muito trabalho para que esses pontos se tornem cultura dentro da companhia.

Autor: Guilherme Carvalho, Ceo do Grupo QG

Sobre o autor

Wagner Marcelo

Atuo profissionalmente como arquiteto de inovação, gerando e fomentando ecossistemas empreendedores e tecnológicos, hoje somados são mais de 400 mil pessoas ligadas a nossa rede.
Tenho como missão o desenvolvimento de negócios disruptivos.

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